sábado, 31 de dezembro de 2011

Os meus favoritos de 2011

Devo desde já avisar... isto vai ser longo. Sou praticamente incapaz de ser sucinta. Ainda por cima, este ano estava a participar em vários desafios (challenges) e a ler em português e inglês...

Acho que vou dividir os meus favoritos por categorias, mencionar menções (passe a redundância) honrosas, que serão o meu modo de destacar leituras que também marcaram o ano, e por fim listar aqueles livros que mais me desapontaram este ano - seja porque tinha altas expectativas ou porque simplesmente não me agradaram.

P.S.: Consegui fazer uma lista de *apenas* 20 favoritos. Mas fiz muitas menções honrosas.

2011 YA/MG Debut Author Challenge - Favoritos

Angelfire, Courtney Allison Moulton
É um pouco difícil explicar porque gostei tanto deste. Temos a heroína que tem de aprender a dar porrada, com duas espadas para aumentar a parada, o herói adorável e protector, a mitologia, que é original, e a história, cativante.

Divergent, Veronica Roth
Este foi o ano das distopias YA. Li algumas, mas nenhuma me pareceu tão vivida e intensa como esta. A Tris é corajosa e compassiva, uma heroína improvável obrigada a fazer coisas terríveis.

Forsaken, Jana Oliver
O mundo criado pela autora cativou-me de imediato, a Riley é uma miúda corajosa e vulnerável ao mesmo tempo, sem ser lamechas. Tudo o que acontece tem consequências, anjos e demónios percorrem as ruas de uma Atlanta em ruínas, e o Apocalipse está à porta... Bónus: Denver Beck.

Este foi muito especial para mim. A imaginação da autora e a sua escrita agarraram-me, sugando-me para esta história de amor proibido e serendipidade, lealdade e conflito.

Menções honrosas: My Soul to Take, Rachel Vincent; Unearthly (Celestial), Cynthia Hand; The Iron King, Julie Kagawa; Paranormalcy, Kiersten White; Vesper, Jeff Sampson; Hunting Lila, Sarah Alderson; Legend, Marie Lu; Shatter Me, Tahereh Mafi

Desapontantes: The Iron Witch, Karen Mahoney; Wither, Lauren DeStefano; Forgotten, Cat Patrick; The Girl of Fire and Thorns, Rae Carson

2011 YA Historical Fiction Challenge - Favoritos

Waterfall, Cascade, Torrent, Lisa T. Bergren
Adorei esta série, passa-se na época medieval e tem a combinação certa de aventura e perigo, com heroínas corajosas e espertas, e cavaleiros galantes e guerreiros.

Totalmente um guilty pleasure; os protagonistas, Mary e James, são absolutamente deliciosos na maneira como se fartam de implicar um com o outro, e depois no modo como passam o tempo a curtir antes de conseguirem admitir os sentimentos que têm um pelo outro. Bónus: mistérios na época vitoriana.

Menções honrosas: Darker Still, Leanna Renee Hieber; The Vespertine, Saundra Mitchell

Desapontantes: os livros da Libba Bray e da Anna Godbersen... no primeiro caso, o livro que li da autora não foi desapontante em si, mas o facto de não ter conseguido ler/tido vontade de ler os livros seguintes; no segundo caso, a expectativa de conseguir ler algo da autora matou-me em parte o gozo que podia ter tido quando de facto a consegui ler (acho que tenho de agradecer a espera de dois anos pelo 3º livro da série Princesas de Nova Iorque).

Livros lidos em inglês - Favoritos

The Body Finder, Kimberly Derting
Um livro YA, com adolescentes normais, cujas famílias são não disfuncionais? Chocante! Além disso, adorei a sensação de Mentes Criminosas com o assassino em série à solta e os capítulos com o seu ponto de vista. E também adorei a Violet e o Jay, melhores amigos tornados namorados.

Delirium, Lauren Oliver
Gostei do aspecto contemplativo e realista da história. E aquele final matou-me.

Daughter of the Forest, Juliet Marillier
Nada a dizer. Ao ler qualquer livro desta senhora tenho sempre uma sensação de awesomeness que é difícil de explicar a quem não tenha lido nada dela. Só de pensar no que a Sorcha passou até fico emocionada.

Bridgertons. Também aqui não é preciso dizer mais nada. Eh, mas eu disse que não conseguia ser sucinta, por isso vou dizer que adorei esta família, tão divertida e enlouquecedora. É impossível não gostar dos casais de cada livro e gosto bastante da maneira como a Julia escreve. Quem diria que eu havia de ficar tão vidrada em romance histórico...

Menções honrosas: Beauty, Robin McKinley; Blue Bloods, Masquerade, Revelations, The Van Alen Legacy, Keys to the Repository, Misguided Angel, Bloody Valentine, Lost in Time, Melissa de la Cruz; The Night Circus, Erin Morgenstern

Desapontantes: Torment, Lauren Kate; Lord of the Vampires, Gena Showalter

Livros lidos em português - Favoritos

Anjo Mecânico, Cassandra Clare
Depois da série The Mortal Instruments, este foi uma lufada de ar fresco. Gostei bastante do cenário steampunk e do drama adolescente que a Cassandra Clare tão bem sabe criar. A tortura da espera pelo segundo livro está a dar cabo de mim.

Again, qualquer coisa desta escritora merece quase automaticamente ir parar a uma lista de favoritos. *sigh* Só de pensar em todo o drama que o Faolan aturou...


Em Nome da Memória, Ann Brashares
Não estava à espera de gostar tanto deste livro. Todo o conceito em volta das reencarnações foi espectacular! E, bem, aquele final também me matou.

Menções Honrosas: A lista é tão grande que a dividi por categorias.

Desapontantes: Crescendo, Becca Fitzpatrick; A Rapariga do Capuz Vermelho, Sarah Blakley-Cartwright; Magia ao Vento, Christine Feehan

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Aquisições - Dezembro 2011

As aquisições do mês, sem contar com o Natal, que ainda há de ter um post especial só para si:


- An Offer From a Gentleman, Julia Quinn, lido
- Daimon, Jennifer L. Armentrout
É aquele da lombada fina que não tem nome; é uma novela prequela do primeiro livro da autora, Half-Blood. Normalmente só haveria e-book, mas a editora decidiu editar em paperback, e eu aproveitei porque não me apetece muito ler no PC.

- Mercy, Rebecca Lim
Aproveitei uma promoção do BD em que o livro estava muito barato. E, bónus, tem badanas! Nunca vi badanas num paperback.

- Darker Still, Leanna Renee Hieber, lido
- A Most Improper Magick, Stephanie Burgis, lido
- Legend, Marie Lu, lido
- Shatter Me, Tahereh Mafi, lido
Finalmente! O livro que levou 4 semanas a chegar. *Adoro* quando os Correios me pregam partidas destas.


- Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch
- Paixões Secretas, Anna Godbersen, lido
- Os Pilares do Mundo, Anne Bishop
- Tu Contra Mim, Jenny Downham
- O Tecedor de Sonhos, Trudi Canavan
Comprados em promoções, ficaram-me por cerca de metade do preço.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

2011 YA/MG Debut Author Challenge - Finished


This challenge was hosted by The Story Siren. This was the sign up page and this the FAQ. The books eligible for the challenge were in a couple of lists here and here.
Books Read for This Challenge:

As I gathered from the FAQ page, I could choose to read debuts as long as they hadn't been published before in my country, so I read mainly US debuts, but also some UK debuts (the books with a * in the list above are solely UK debuts).


As for the books I wanted to read, some were sadly left behind. Maybe I'll be able to read them later on. From the UK list, the following were not read:
  • The Replacement by Brenna Yovanoff
  • Halo by Alexandra Adornetto
  • The Duff by Kody Keplinger

    From the US list, the following were not read:
    • A Touch Mortal by Leah Clifford
    • Darkness Becomes Her by Kelly Keaton
    • The Iron Thorn by Caitlin Kittredge
    • Warped by Maurissa Guibord
    • Timeless by Alexandra Monir
    • Entwined by Heather Dixon
    • Memento Nora by Angie Smibert
    • The Goddess Test by Aimee Carter
    • Dark Mirror by M. J. Putney
    • The Girl in the Steel Corset by Kady Cross

    I'm a bit disappointed I didn't get to read some of these titles, since they seemed exciting, but as I mentioned before, I might tackle them soon.

    We were required to read at least 12 books, and I managed to read about twice as that (25 books), so I can say I am quite proud of what I achieved. I didn't think I would be reading this many great books throughout the year, and I was pleasantly surprised.

    Shatter Me, Tahereh Mafi

    I'm submitting this book to the 2011 Debut Author Challenge, hosted by The Story Siren.


    Review: Reading books' descriptions and the expectations we build on them is a b**** deceiving. Not that it made me enjoy this book any less (I read it in less than a day, devouring the pages), but rather that I got a different story from what I was expecting.

    Juliette has been locked away for almost a year. She hasn't talked or seen anyone for that amount of time. She committed a crime unvoluntarily, and because of what she can do with a touch, she has always been ostracized from normal human interaction.

    But then she gets a cellmate, and everything changes. The Reestablishment, a shady organization that took over when the world almost destroyed itself, is interested in her, and in what she can do. But can they really own her, make her do whatever she does not want to do?

    The first thing that people mention when talking about this book is the way it was written. Some may like it, some may not. I enjoyed it. Tahereh Mafi manages to convey the way Juliette must be feeling, a bit mad and incoherent, from her imprisonment. The "stream of consciousness" style translates well what must be going on in Juliette's mind, with all that self-censoring, and lack of commas, and how she gets lost in rambling about inconsequential things. It is toned down as the novel progresses, and as Juliette regains her freedom and reconnects with mankind.

    I wish Juliette was a stronger character, though. She had her moments of awesomeness, but sometimes she just came across as whiny. That's what we get for being privy to her thoughts, I guess. Her and Adam were adorable as a couple, but their hormones! They were always ogling each other and making out in the most inconvenient moments. Besides, I wasn't a big fan of how they knew each other before, and were secretly in love with each other. It still felt like insta-love.

    As for other characters... Warner was an interesting villain. His way of thinking almost made sense, despite the fact he wants Juliette to do horrible things. I wonder whether he will be somewhat redeemed or fall deeper into the pit of villainess and madness. One can hope for the first, if done right, but his actions suggest more the second. James, Adam's little brother was adorable, and Kenji had some interesting remarks, filling the role of smart alec quite nicely.

    The ending... well, the X-Men vibe was nice, but I hope these books don't turn out into a comic knock-off, since I had already thought that Juliette's abilities resembled Rogue's. And Castle was like a Charles Xavier of sorts. Please, lets end the similarities end there. This could have a very cool (and hopefully unique) superhero angle, especially with what happens in the last chapter.

    In a nutshell, this was actually very entertaining and enjoyable. I found myself flipping through the pages as fast as I could. The story is engaging, despite its minor flaws. I am interested to read the next installment and see where this is going.

    Pages: 352

    Publisher: Harper Collins

    quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

    2011 YA Historical Fiction Challenge - Finished


    This challenge was hosted by YA Bliss. The sign up was here and you could read more about the challenge here. There were a couple of lists of books eligible for the challenge, here and here.

    Books I Read for This Challenge:

      These books were in my starting list, but I wasn't able to read them this year:
      • Splendor, Anna Godbersen
      • Beautiful Days, Anna Godbersen
      • Rebel Angels, Libba Bray
      • The Sweet Far Thing, Libba Bray
      • Vixen, Jillian Larkin
      • Ingenue, Jillian Larkin
      • The Boy in the Striped Pajamas, John Boyne 
      • The Season, Sarah MacLean 
      • Deadly, Julie Chibbaro

        I signed up for "Level 1: 5 YA HF books in 2011", and upgraded to Level 2 (10 books) later in August, when I added a few books to the list, but I ended up reading 15 books (Level 3), so I would say I passed this challenge with flying colours. And I ended up discovering a love of YA Historicals, so I would say this challenge was quite successful - that's why I want to repeat it next year.

        terça-feira, 27 de dezembro de 2011

        2011 Fantasy Reading Challenge - Finished



        This challenge was hosted, at the beginning of the year, by Love Fantasy Sci-Fi Novels, a blog that was shut down and replaced by Totally Bookalicious, on which I can't find any posts about this challenge, so... I'll just call it finished without any further ado. The challenge required one to read 10 books, either YA or adult, of their choice that included the following things as the main character:

        1. Vampires
        - Insatiable by Meg Cabot
        2. Werewolves
        - Blood Bound by Patricia Briggs
        3. Angels
        - Torment by Lauren Kate
        4. Demons
        - The Darkest Whisper by Gena Showalter
        5. Dragons
        - Firelight by Sophie Jordan
        6. Ghosts
        - Bone Crossed by Patricia Briggs
        7. Witches/Wizards
        - Dead Witch Walking by Kim Harrison
        8. Gods/Goddess
        - The Darkest Pleasure by Gena Showalter
        9. Fairies/Faeries/Fae
        - Ink Exchange by Melissa Marr
        10. Psychics - Humans with mental abilities of any kind
        - Touching Darkness by Scott Westerfeld

        I haven't paid much attention to this challenge, since the host blog was shut down, but I consider it finished, since I read at least one book for each kind of supernatural being (for some, much more than one book, but I counted the first book I read or the first that came into my mind). I won't be participating again since there is no one hosting it.

        Paixões Secretas (Envy), Anna Godbersen

        I'm submitting this book to the YA Historical Fiction Challenge hosted by YA Bliss.


        Opinião: Ok, nunca poderia deixar aqui a minha opinião sem mencionar isto, mas pergunto-me que diabo terá passado pela cabeça dos editores da Presença para publicarem o primeiro e o segundo livro da série com dois meses de intervalo, mas terem feito os leitores esperar DOIS... LONGOS... ANOS... para poderem ler o terceiro. Honestamente, é assim que se perde leitores. Pessoalmente, estava pronta a rifar os dois primeiros livros e comprar a série toda em inglês quando finalmente decidiram publicar este no Verão.

        Ah, e outra coisa, dois anos para obter este *magnífico* [sarcasmo] trabalho de tradução e revisão? Quanto à última, fartei-me de ver trocas de número e género, para não falar de se trocar algumas vezes os nomes aos personagens. Quanto à tradução, eu cheguei a perguntar-me se não terão metido o livro no Google Translator, e pronto, tradução feita. Porque não se traduz "white lies" por "mentiras brancas", mas sim "piedosas". Porque não se traduz "The friends I have left" por "Os amigos que deixei", mas sim por "Os amigos que ainda me restam" (leiam o contexto, minha gente, o contexto!).

        E porque é que, por amor de tudo o que é sagrado, ainda ninguém percebeu que os americanos dizem "first floor" para se referirem ao "rés-do-chão", e "second floor" para "primeiro andar"? Já não é a primeira vez que me queixo disso aqui no blog. Enfim, há mais razões de queixa, eu ia marcando com post-its as páginas com asneiradas, mas a certa altura perdi a paciência e limitei-me a ler, erros e tudo. Depois admirem-se que as pessoas comecem a ler cada vez mais em inglês.

        Ok, fim da rant. Simplesmente achei muito frustrante ler o livro em certas partes. Quanto à história, teria sido melhor ler o livro mais perto dos outros, ou tê-los relido antes deste, mas a autora faz um bom trabalho a reenvolver o leitor na história. Que, já agora, é um total guilty pleasure, uma Gossip Girl da viragem do séc. XIX para o XX, em que é tão divertido ler sobre meninas da alta sociedade que se metem em sarilhos e escândalos a cada virar da esquina.

        Primeiro temos a Elizabeth. Achei-a muito apagada, com o desgosto pelo que aconteceu no fim do Rumores (Rumors). Estava a torcer pelo Teddy, que tem uma paixoneta por ela desde sempre, mas parece que (ainda) não é desta.

        A Diana... pobre rapariga, não sei porque é que ela atura o Henry. O rapaz é tão indeciso, mesmo bordejando no cobarde, que não consigo ver o que ela vê nele. No primeiro livro não tinha percebido porque é que eles se envolveram, no segundo adorei a ideia do amor proibido deles, mas neste livro comecei a enjoar dos dois. A Diana, no entanto, cresceu e conseguiu tornar-se a minha personagem feminina favorita.

        A Penelope... ugh, que miúda mais mimada, parva, (inserir insulto)! Não a suporto, como é uma menina rica que tem tudo, convence-se que tudo está ao seu alcance, e os constantes momentos de ócio permitem-lhe perder-se em cogitações e paranóias que a deixem sempre no topo. É a personagem mais sem substância, e a que aposto que vai acabar a série sem evoluir nadinha.

        A Carolina... eh, acho que se ela não existisse os livros continuavam a ser o mesmo. A história dela de ascensão social é divertida de ler, mas tão... morna... e com tão pouca influência na história das outras raparigas que eu me pergunto o que é que ela ainda anda ali a fazer.

        Uma coisa de que me dei conta é que a autora é óptima a criar personagens femininas que não nos deixem indiferentes, mas ainda tem que trabalhar as personagens masculinas, que não se destacam muito. No entanto, adoro que não tenha receio de matar alguns personagens e fazer coisas terríveis aos outros, porque torna a história muito mais realista.

        Espero que o último livro feche satisfatoriamente o destino destes personagens, que seja um livro delicioso e, sobretudo, que não leve dois anos a ser publicado.

        Título original: Envy (2009)

        Páginas: 280

        Editora: Presença

        Tradução: Maria do Carmo Figueira

        segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

        Balanço dos Desafios (Challenges) 2011

        Pois bem, há cerca de um ano eu andava a começar a descobrir blogues internacionais, e dada a época, encontrei uns quantos posts sobre os desafios em que as pessoas tencionavam entrar. Adorei a ideia e decidi entrar em três: o 2011 YA/MG Debut Author Challenge, o 2011 YA Historical Fiction Challenge e o 2011 Fantasy Reading Challenge. Decidi fazer um balanço da minha experiência e dos prós e contras de todos.

        Diverti-me bastante com o primeiro, o 2011 YA/MG Debut Author Challenge. Consistia na leitura de pelo menos 12 livros que fossem o primeiro livro YA/MG publicado do autor, e descobri imensos novos autores e séries que sei que vou seguir para o ano - alguns foram mesmo os meus favoritos do ano.

        Acabei por ler a maior parte dos livros do desafio na segunda parte do ano devido a dois factores - negligência na primeira parte do ano, e porque só quando começaram a aparecer bastantes opiniões sobre os livros é que pude ver se me interessavam ou não. No entanto cumpri o desafio, lendo o dobro dos livros requeridos.

        Pude escolher títulos de vários países (EUA, RU), desde que os livros em questão não tivessem saído aqui em Portugal, e isso foi muito bom, pois pude ler livros que me despertavam curiosidade e não estavam necessariamente na lista dos debutantes nos EUA.

        O suporte por parte da organização foi bastante bom, com bastante listas que pudéssemos consultar; mas fiquei desapontada com os concursos mensais. Os prémios eram bons, mas a dona do blogue organizador tem por política não divulgar os vencedores dos concursos no blogue, e isso fez-me impressão. Não que ache que as pessoas estão a ter comportamentos fraudulentos, mas não consigo compreender esta opção, quando no ano anterior esse tipo de anúncio era feito.

        Não vou participar no próximo ano por duas razões. A primeira tem duas partes - porque graças ao desafio deste ano fiquei com demasiadas séries que quero seguir e porque se seguir debutantes no próximo ano prefiro fazê-lo nos meus próprios termos, sem a pressão do desafio.

        A segunda razão: porque este ano as regras mudaram. Uma das exigências é que se tenha um blogue em inglês, ou que se publique as opiniões em inglês no Goodreads. Nenhuma é impeditiva de que participe, podia perfeitamente criar um blogue ou publicar no GR, mas também não achei muita piada a esta exigência. (Já estava à espera dela, pois parece que alguns bloggers franceses e brasileiros se queixaram que não conseguiam obter livros debutantes. Não sei se estavam à espera do milagre de conseguir ARCs dos editores americanos, mas já ouviram falar do Book Depository? Envia para ambos os países.)

        O segundo, o 2011 YA Historical Fiction Challenge, foi o mais divertido e o mais bem sucedido. Descobri imensos bons livros e uma paixão pelo género. É por isso que vou continuar a participar no desafio em 2012.

        Também cumpri e ultrapassei o nível de leituras a que me tinha proposto (nível 1 - 5 livros), triplicando esse número e atingindo o nível 3 (15 livros). Também aqui acordei mais para o desafio no segundo semestre de 2011, pelas mesmas razões que no desafio anterior.

        A organização também foi bastante boa, a organizadora disponibilizou listas de livros que podiam entrar no desafio e tinha um post mensal com um concurso e para reunir os posts dos participantes. Tenho pena que esses posts não tenham sido feitos nos últimos meses, não por causa dos concursos, mas porque dava jeito poder ir cuscar os posts de outras pessoas para descobrir novos livros.

        O terceiro desafio, 2011 Fantasy Reading Challenge, foi o pior. A pessoa que o organizava deitou o blogue abaixo numas reviravoltas meio estranhas e criou um novo, logo os posts originais do desafio desapareceram, e eu deixei de seguir o blogue, e por essas razões estive pouco me importando com o desafio até há três horas, quando estive a "descobrir" livros entre as minhas leituras que coubessem nas categorias que faltavam. Foi o desafio que teve menos impacte nas minhas leituras e honestamente não me importo de o ver pelas costas.

        Balanço dos desafios de 2011: dois foram bem sucedidos, um não. Dos que foram completados, vou continuar com um. (Embora o mais provável é que crie pequenos desafios/objectivos para mim para o próximo ano.)

        domingo, 25 de dezembro de 2011

        Dá-lhe Gás! (Zits 16) e Corta! (Baby Blues 28)

        Parece que dou por mim todos os Natais a ler alguns livrinhos destes de tiras de BD. A minha irmã pede-os sempre para o Natal e eu dou por mim a aproveitar o dia de Natal para os ler.

        Primeiro temos mais um livro da colecção Zits. O personagem principal, Jeremy Duncan, continua a atormentar os pais e a ser um típico adolescente, só que já fez 16 anos desta vez e conseguiu tirar a carta. Por isso, perigo a dobrar! Acho que me identificava mais com esta tira quando era de facto uma adolescente, mas ainda é divertido ver o Jeremy e amigos a darem com os pais em doidos.

        Depois um livro da colecção Baby Blues, que acompanha o casal MacPherson, Wanda e Darryl, na sua vida caseira com os filhos Zoe, Hamish e Wren. Adoro ler sobre as patifarias que os miúdos armam e sigo esta colecção bastante atentamente.

        É pena que as outras séries de tiras de BD que costumava ler tenham sido um bocado abandonadas pelas editoras, porque muitas são mesmo divertidas.

        Feliz Natal


        Os meus desejos de um Feliz Natal, festejado com a família e os amigos e com muitas prendinhas no sapatinho. Boas leituras!

        sábado, 24 de dezembro de 2011

        YA Bliss's 2012 YA Historical Fiction Challenge

        This is probably the only challenge I'm entering this year... I've had so much fun in 2011 discovering the wonders of YA Historicals, and I'm addicted to them, so I'm definitely entering this challenge again. No more challenges for me, though, I've got too many books to read on my TBR pile.


        This challenge is hosted by YA Bliss and you can read more about it (and sign in) here. For some places where you can check books eligible for the challenge, check here and here. (And here, here and here. Goodreads lists are so great!)

        I'm signing for "Level 2: 10 books". It's not as modest a goal as last year, but I'm not ready to try to read 15 books (level 3), although this year I've managed to read just that (and my list is way bigger than that). As for the books I'll be reading, this is the working list of books I'd like to read:

        • Splendor, Anna Godbersen
        • Beautiful Days, Anna Godbersen
        • The Lucky Ones, Anna Godbersen
        • Rebel Angels, Libba Bray 
        • The Sweet Far Thing, Libba Bray
        • Vixen, Jillian Larkin
        • Ingenue, Jillian Larkin
        • Diva, Jillian Larkin
        • The Boy in the Striped Pajamas, John Boyne
        • The Season, Sarah MacLean
        • Deadly, Julie Chibbaro
        • The Other Countess, Eve Edwards
        • The Queen's Lady, Eve Edwards
        • The Rogue's Princess, Eve Edwards
        • The Springsweet, Saundra Mitchell
        • Tributary, Lisa T. Bergren (please, let this be published in paperback; also, I think I'll read anything of Lisa's that's somewhat YA historical)
        • Rivals in the City, Y.S. Lee
        • A Tangle of Magicks/Renegade Magic, Stephanie Burgis
        • Untitled Magic Most Foul #2, Leanna Renee Hieber
        • Wrapped, Jennifer Bradbury
        • What I Saw an How I Lied, Judy Blundell
        • The Girl is Murder, Kathryn Miller Haines
        • The Girl is Trouble, Kathryn Miller Haines
        • Lily of the Nile, Stephanie Dray
        • Song of the Nile, Stephanie Dray
        • Dark Mirror, M.J. Putney
        • Dark Passage, M.J. Putney
        • Dark Destiny, M.J. Putney
        • Plain Kate/Wood Angel, Erin Bow
        • Haunting Violet, Alyxandra Harvey
        • Born Wicked, Jessica Spotswood
        • Scarlet, A.C. Gaughen
        • Grave Mercy, R.L. LaFevers
        • Cross My Heart, Sasha Gould
        • Wentworth Hall, Abby Grahame
        • Ladies in Waiting, Laura L. Sullivan
        • I'd like to check out Michelle Zink, Marissa Doyle, Jane Eagland and Jessica Day George as well.

        And this list only contains sequels to books I've read in 2011, books I discovered/wanted to read in 2011, and books that will be released in 2012 and sound exciting. I wonder how many great YA historicals are out there waiting for me.

        sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

        Legend, Marie Lu

        I'm submitting this book to the 2011 Debut Author Challenge, hosted by The Story Siren.


        Review: June is the Republic's prodigy, being the only one that has scored the maximum score on the Trial. Day is a slum boy, running from the Republic for being a trouble maker. June has recently lost her brother, Metias. Day is suspected of murdering him.

        With this premise, Marie Lu creates an interesting struggle between these two characters - June wants to avenge her brother and capture Day, Day wants to run to live another day and to help his family. I think the pacing is a little off, since it takes half the book to get June and Day together and to get him captured.

        I found this militarized world in which the story happens quite compelling, albeit I would like to have seen it more developed and better explained. The US were divided between the Republic (roughly the West Coast states) and the Colonies, and there is a conflict between them, but how did it start? We only see the Republic's point of view in this book (and it is filled with propaganda against the Colonies), so I'm eager to see how things are like in the Colonies.

        The "mystery" June had to uncover was easy to figure out, and I think the time spent on it could have been used on developing what was going on with the Trail tests and June and Metias' parents. I was very curious about what's going on behind the scenes in the Republic, and many things are only hinted at, but they show promise.

        As for June and Day, great characters. June is a kick-ass, smart girl who is trying to do the right thing, but she ends up having to reevaluate her beliefs and what she has been taught. Day is a street-wise kid who was wronged by the Republic and who struggles to give them hell and help his family at the same time.

        To sum it up, this is a story which I truly liked, as it shows a lot of promise and kept me wondering about many things. I loved the main characters, and was intrigued and curious about the worldbuilding. I wish some things were better developed, and I hope to see them full-blown in the sequel.

        Pages: 320

        Publisher: Putnam

        quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

        An Offer From a Gentleman, Julia Quinn


        Opinião: Quando ouvia dizer que este livro era baseado no conto da Cinderela, não achei que pudesse vir a ter tanta profundidade. Dos contos de fadas, o da Cinderela acaba por não ser ser dos meus favoritos porque põe demasiado peso no embelezamento da rapariga, e no amor à primeira vista, e no príncipe vir e arrebatá-la duma vida difícil.

        Creio que a Julia Quinn fez um óptimo trabalho a adaptar o conto. O facto da Sophie aparecer como a mulher bela e misteriosa no baile de máscaras não quer dizer que o Benedict a vá reconhecer imediatamente quando se encontram dois anos depois, com ela a trabalhar como criada; o amor à primeira vista causa-lhes na verdade mais obstáculos que os ajuda; e o Benedict realmente quer arrebatá-la duma vida difícil, mas para a tornar sua amante e sem ter propriamente muita consideração pelo que ela quer.

        Achei bastante interessante que a autora aproveitasse para falar sobre classes e sobre aquilo que era visto como correcto ou não (bastardia, ter uma amante) ou o que podia ser feito ou não (violar uma criada, tratar os criados como pessoas ou não). Quis esganar o Benedict por aquela falta de tacto - ora salva a Sophie de ser violada, ora está a atirar-se à rapariga e a sugerir-lhe ser sua amante, não tentando perceber quando ela se recusa.

        Penso que a Julia Quinn está melhor a criar os conflitos internos dos personagens principais, que me pareceram menos forçados que os dos anteriores. E gostei que quebrasse com o tipo de história que tinha contado nos dois primeiros livros (os personagens casam, geralmente por um qualquer faux pas, e depois é que resolvem os seus issues) - desta vez, os personagens resolvem os seus problemas, depois é que casam. Foi refrescante. O Benedict e a Sophie, como casal, são adoráveis, embora não sejam os meus favoritos (Kate e Anthony).

        Adorei ver mais pedacinhos dos outros Bridgertons, porque permite conhecê-los melhor antes de chegarmos aos seus respectivos livros. Especialmente o Colin e a Penelope. A sério, Colin? Tinhas mesmo de gritar no meio da rua "I am not going to marry soon, and I am certainly not going to marry Penelope Featherington!"? Que falta de jeito, até eu fiquei embaraçada a ler aquilo, pobre Penelope. Pior, a crer naquela árvore genealógica no site da Julia Quinn, hão de passar uns 6 ou 7 anos até chegar a altura deles. E eu que me queixei quando vi que tinham passado dois anos neste livro!

        Já agora, sou capaz de ter tido uma coisinha má ao pôr os olhos no livro. Grrrr dei-me conta que é uma edição diferente (e mais pequena, e mais antiga) do que as que já tinha, e pior, acho que a editora ainda não fez as edições maiores e mais novas para o resto dos livros dos Bridgertons. Resultado: não vou poder ter os livros todos uns ao lado dos outros em condições. Estou a habituar-me à ideia, mas não gostei destas trocas e baldrocas.

        Páginas: 384

        Editora: Piatkus

        segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

        Darker Still, Leanna Renee Hieber

        I'm submitting this book to the 2011 Debut Author Challenge, hosted by The Story Siren. I'm also submitting this to the YA Historical Fiction Challenge hosted by YA Bliss.


        Review: I didn't expect to like this as much as I did, and I didn't expect to turn the pages voraciously to find out what was going to happen. The author has a very engaging narrative style, and the diary form in which the book is written helps the reader connect with Natalie, the main character.

        I adored Natalie. She is smart, and witty, and mischievious, and despite being mute in a time where she would be considered dumb, she doesn't let it define her and writes furiously in her diary as a way to express herself. She finds herself involved in a strange case, a mixture of The Picture of Dorian Gray and The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde.

        It all starts when a painting of Lord Denbury, a British young man who was recently reported dead, arrives at New York to be sold. Natalie finds herself strangely drawn to it, and soon finds herself through the looking glass painting to meet Lord Jonathon Denbury.

        I really liked the story behind the painting and how Lord Denbury ended up trapped in the painting. I found it somewhat original and familiar at the same time. This book made me think of The Vespertine, because of its US historical setting and of its somewhat open ending.

        As for the other characters, I found Mrs. Northe quite interesting, Maggie annoying, Natalie's father absent and I wish we could have met Lord Denbury a bit more. His and Natalie's story is told through her diary, and it doesn't give him a chance to show his personality better.

        The last few entries were quite exciting, although they didn't turn out how I expected. The ending gives us closure, but it is open enough for the author to write more about these characters. Or about other characters. I think the author has another book planned, so it could be interesting to read more about some of the secondary characters (but please, not Maggie, I hated her).

        Pages: 336

        Publisher: Sourcebooks Fire

        domingo, 18 de dezembro de 2011

        Pedimos desculpa pela interrupção... o programa volta dentro de momentos

        Pois é, dou por mim a escrever isto quase uma semana depois de ter postado pela última vez. Foi uma semana complicada a nível da faculdade e dei por mim sem tempo para ler muito, quanto mais escrever uma opinião coerente sobre o que li. Tenho uma opinião meio começada do Darker Still, mas a vontade para a acabar não tem sido muita. O Legend só consegui acabar ontem.

        Enfim, agora que estou de "férias" (tenho um relatório de 30 páginas para escrever e 3 exames para os quais estudar), tenciono voltar à acção e orientar as coisas que tenho atrasadas. Quero aproveitar a época festiva para descansar um pouco e os meus hobbies favoritos, ler e blogar, são mesmo bons para desanuviar. Daí o título, quero pôr um travão à interrupção forçada e voltar a publicar coisinhas. Até já.

        segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

        Uma imagem vale mil palavras: Amanhecer parte I

        Pergunto-me que loucura temporária é que me passou pelos neurónios para achar que era boa ideia ir ver isto no cinema. Acho que a única coisa boa deste filme foi fazer-me perceber porque é que eu tenho mais queda pela literatura do que pelo cinema. É que eu posso aturar muitas esquisitices quando estou a ler, mas que vistas em filme acabam por resultar tão, tão mal...

        Sempre achei que este livro funcionaria bem dividido em dois, mas posso dizer que para o filme não gostei da divisão. O ritmo torna-se tão lento, com as cenas do casamento e da lua-de-mel, que quase me deixei dormir no cinema. Creio que fechei os olhos por segundos nalgumas cenas, nem que fosse para não ver certas coisas.

        E, como disse, uma boa parte dos acontecimentos me soou a estranho, ou mesmo bizarro. (Acho que a audiência na sessão a que fui, para lidar com a bizarrice, passava o tempo a dar risinhos ou murmurar uns para os outros.) Nomeadamente, a lua de mel e a gravidez, que são grande parte do filme. O único elogio que posso fazer nestas cenas é a caracterização da Bella (Kristen Stewart), que com um bocadinho de computador parece mesmo uma grávida anorética que está a perder as forças por causa do bebé vampiro.

        E por falar na Kristen, alguém faça alguma coisa aos músculos da cara daquela rapariga (tipo um anti-botox), que não fazem muito para expressar emoções. Vi finalmente o trailer do Snow White and the Huntsman antes deste filme, que até me estava a parecer giro, mas depois aparece-me a cara inexpressiva dela e eu: "damn! devo mesmo acreditar que ela é mais bonita que a Charlize?"

        Curiosamente a cena do imprinting do Jacob com a Renesmee foi, de todas as coisas estranhas do livro, a que melhor foi transposta. Gostei que fizessem a citação do próprio Jacob quando ele fala do imprinting à Bella num livro/filme anterior, e de cruzarem com cenas da Renesmee mais velha.

        Já que falo nos lobisomens, que preguiça foi aquela em os mostrarem? Gastaram o dinheiro para efeitos na Bella grávida? Porque, que eu tenha visto, só há uma cena a sério com eles. Nas outras, mostram os actores humanos a sair de cena e depois uns sons de patas a bater no chão, como se tivessem transformado fora de cena. Teria sido muito mais fixe vê-los a transformarem-se/destransformarem-se em cena...

        Outra coisa em que parece que se gastou pouco dinheiro foi a banda sonora. Não houve nenhuma música que se destacasse no filme e marcasse alguma cena (assim como a "Supermassive Black Hole" dos Muse há de ficar sempre associada, para mim, ao basebol dos Cullen) - excepção feita a duas músicas que vêm do primeiro filme (e por isso não contam), "Flightless Bird, American Mouth" dos Iron & Wine, e a música instrumental dessa banda sonora (a melodia ao piano do Edward).

        Os meus actores favoritos continuam a ser os que interpretam os papéis de Charlie (porque faz um papel deliciosamente awkward e engraçado como pai da Bella), Jacob (porque dá um ar adorável ao Jacob que nunca tinha considerado, e não, não estou a pensar nos abdominais do rapaz), e vá, os Cullen em geral, se bem que gostava que tivessem mais tempo de antena para decidir o meu favorito - acho que certos personagens perdem cenas e desenvolvimento com os filmes.

        Quanto ao fim... a cena do parto foi de loucos, mas impressionante, transmitindo a dose certa de, digamos, horror. E a cena em que estamos à espera que a Bella faça a transformação/abra os olhos foi a única em que houve realmente silêncio no cinema. Afinal era tão simples causar uma impressão na audiência, não era?

        Enfim, dei-me conta que continuo a usar o primeiro filme como padrão e que aquilo de que gostei nele foi-se perdendo de filme para filme. Tenho vindo a gostar cada vez menos dos filmes, e este foi o cúmulo. Espero que o filme seguinte seja um bocadito melhor, até porque em teoria tem cenas mais excitantes, mas ao mesmo tempo a cena final peca por falta de acção, por isso estou mesmo a ver que ainda me deixo dormir a meio daquilo que devia ser o clímax da saga. Mas como gosto de sofrer, estou a ver que vou ter de ir ver tal desgraça ao cinema.